Nesta minha empolgação de ativação e reforma de blogs, achei que tinha excluído os posts sobre o final do último relacionamento. Hoje, dando continuidade a parte chata da reforma, achei-os. Fiquei feliz. Não era uma pessoa para ser descartada assim... Tivemos histórias juntos. Cresci muito, tanto sendo feliz quanto sofrendo.
Dos posts atuais, um dos que se foi, que eu gostava, mas que acabou não saindo como eu queria era os dos sapos.
Sapos, pererecas, pântanos, castelos, contratos, jogos de pôquer.
Como os posts sobre O “406 dias” se foram vou tentar resumir tudo num só.
Não sei, sem querer puxar a sardinha para a minha brasa, mas nada pode me ocorrer como mais humilhante do que meu final com o Pedro. Digo: humilhante! Não digo violento, trágico, nada disso... Tanto que hoje escuto histórias e fico até meio sem paciência! Tanto que O 406 me fez conseguir me manter como avó da Barbie sem ninguém perceber o quanto de pererecas eu estava engolindo.
Não posso negar que nos últimos tempos o O 406 foi o cara mais interessante que apareceu na minha vida. Mesmo com toda a “fraude Zona Franca de Manaus”, nem ligo. Hora errada dele? Sei lá...
Se ele verbaliza que não quer namorar, depois fala que não tem ninguém na região que consiga bater um papo, sentar a mesa e segurar os talheres direito e na sequência faz meu prato... O que é para eu pensar?
Adianta eu ficar irritada com a pessoa bancando o groupie se eu faço o mesmo com quase toda a Equipe Olímpica da Espanha? Mas, eu fico. Pronto, falei!
Vai adiantar EU fazer a análise psicológica dele? Nada, ele sabe de tudo e assume O que o deixa mais sexy! E por uma noite se permite “perder” a aposta. Como se EU estivesse afim de competir... Gosto mais é de jogar em dupla!
Já provei para a CREATURA cumpro meus contratos direitinho. UMA outra vez fui direta, clara e objetiva e recebi um ?????????????????? de resposta. Ok, resposta padrão. Vale um adendo nessa história, já que estou bem boca mole hoje, (eu sempre fico com uma dívidas a receber pelo caminho, precisava de um departamento de cobranças) uma certa “pela manhã” foi solicitado... Mas, se EU for racionalizar: acordar, tomar café, tomar banho, se fantasiar de Barbie, chegar lá, bater na porta e ainda dar : BOM DIA! Hummm! Como diria tia Nenê “ minha ciática me fazendo companhia”.
Voltando, eu encontro com ele e ele “entra” no celular dele. Ou no jornal...
Já entendi que ele não está afim de cobrir a aposta. Só não consegui entender o porquê.
Só vem uma coisa à minha cabeça: APOSTA MUITO ALTA. Agora a minha dúvida: medo de tentar cobrir e não dar conta, por respeito, por insegurança, por preguiça, por medo, por comodidade.
Se eu for analisar pelo meio de transporte (meu irmão tinha de me contar, na maior ingenuidade, quando minha boca estava cheia de farofa?) o perfil é de andar com a Gucci montada pela Arezzo. Não com LV das mais baratinhas made in France!
Com tudo isso, fico escutando a história de uma amiga, de outra e mais umas... E fico perdida. Se você banca a MENINA TONTA eles correm porque você é MENINA TONTA. Se aposta, eles correm porque você apostou. Se você pede mesa, eles correm atrás de outra que passou por ali...
E minha aposta nem é tão alta! Pena ele desistir antes mesmo de escutar!
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