domingo, 10 de agosto de 2008

"Sol de Domingo"

Max de Castro por Frejat!

Bom?

Imagina...

Chegou hoje um malote de civilização. A revista com a reportagem do Santoro!

MI

SE

RI

COR

DIA!

O que é aquele moço? Ainda bem que tenho a Drica na minha vida, para se preocupar com essas coisas de EXTREMA necessidade!

E a Revista I! Ontem, vendo as fotos das viagens do casal Viana, cada vez que eu via a fotinho de um Shopping, eu suspirava. NUNCA imaginei que fosse sentir tanta falta! Bem que a Marta disse.

OK, se Deus me ajudar isso em breve muda!

Mas, o meu surto na revista foi: nova havaiana do mam e outra da FARM! Quero, quero e quero! Na verdade, PRECISO! Amanhã tomo providências! Se bem que, o Iguatemi abre de Domingo! Ah! Mais tarde mesmo eu tomo providências! E a casa do Rosembaum? Juro: meus olhos encheram de lágrimas!

Minha programação televisiva de mais tarde também é uma "pobremão". Olimpiadas, Seu Tomé (em "Os Normais", enviado pela minha jornalista preferida)ou "Hilda Furacão", que quase completa aniversário e eu não terminei de ver!

Ok, a culpa é da Globo Filmes, que não separa por capítulos e eu nunca sei onde eu parei!

E por que Deus: o mundo não é povoado só de pessoas como as exemplificadas aqui?

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Trabalho!

Quando nem Fernanda Young consegue prender minha atenção, tomando sol ao lado da minha raia predileta a coisa está preta!

Então, recolhi meus cacarecos de natação, coloquei minha roupinha combinando com meu biquinho (literalmente) de zebra, comprado numa liquidação naquela marca chiquérrima da Oscar Freire e voltei ao trabalho! Se eu ganhasse uns biquininhos deles, para usar no meu dia a dia, até falaria o nome. Mas, como eu já paguei por eles, não tem necessidade de propaganda!

O triste é: não receber RESPOSTA dos seus patrocinadores. Tudo bem!

Vou resolver "pobremas" de verdade!

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Atração Fatal por Fernanda Young (minha Fernanda predileta)

"Temos, portanto, que voltar outra vez ao teórico começo, em busca de tentar entender o que me aconteceu, para que eu ficasse assim. Lembra da Alex Forrest (...)? Ela faz um monte de coisas horríveis, porém fica tudo explicado. (...) Veja bem: Dan, o carinha (...) é um cínico. Não ter por ter traído a esposa com Alex (...). Ela é tão insignificante, dentro da trama em si, que (...) não me lembro do nome dela. Talvez Ann. (...) Ele fica tão culpado com aquela fodelança que dá sinal verde para a esposa comprar a casa dos sonhos dela, no subúrbio. (...) Nisso a história é bastante clara: o marido estava reticente, até a chegada da culpa. (...) O que nos leva à nossa primeira grande conclusão: é com culpa que se movem os homens. (...) As Anns (...) precisam das Alexs. Dans também precisam das Alexs (...). E o mercado imobiliário também precisa das Alexs (...). Mas, (...) o que há de trágico naquela trama não se modificou. (...) Não estou falando da traição, estou falando da injustiça com que é tratada a mulher que surta, quando cansa de ser útil aos outros. (...) Quer dizer, estava na cara que ele não tinha como escapar daquele bafafá sem alguns arranhões em sua imagem, mas Dan prefere encarar o problema como sempre encarou tudo na vida: "No final as coisas acabam dando certo, porque sou o fodão". Novamente, a questão do merecimento. Que denomino de teoria do macho-alfa. O macho-alfa é aquele que está sempre por cima da carne-seca -- mas não porque ele se esforce para isso. Ele manda no pedaço porque é assim que é, e assim que tem de ser, então não se fala mais nisso. Dan se acha no direito de invadir o apartamento de Alex, heróico, em busca de algo que incrimine a maluca. Descobre apenas (...) alguma mentira relativa ao pai. (...) Que explicaria o coelho na panela. Coelho que era da filha, e com o qual Dan relutou em concordar, só topando mesmo por culpa. Dan sabia que aquele bicho ir dar confusão. Bicho, na família, só mesmo o cachorro do macho-alfa. Em casa, o macho-alfa quer paz, muita paz, para ele poder ser quem ele é: o cara.


 

(...) Alex é o gênio por trás do melhor termo já criado para se designar uma condição feminina: coelho-na-panela. Uma mulher está coelho-na-panela quando ela fica tão ensandecida com uma situação, que passa a ver razão nas piores crueldades. Vingança é a razão, geralmente, mas uma espécie de sentimento vingativo que homens não experimentam. Alex (...) só não é mais vítima do que a menina, a filha do Dan: coitada, aquela será uma traumatizada pelo resto de seus dias. Apesar de nem ter se dado conta do mais grave: foi o pai dela quem colocou o coelhinho no fogo. Pelas mãos de Alex. Com a cumplicidade de Ann. (...) Uma sonsa, que (...) procurava desesperadamente pela filha, pelas ruas da cidade. A menina (que (...) demonstra traços de uma negação da feminilidade, talvez fruto de uma decepção precoce com os homens) havia passado o dia num parque de diversão, com Alex. Divertindo-se com ela de uma maneira igual à do pai: aparentemente, essa Ann é mesmo uma chata de galocha.


 

Bom, pai (...). Preciso voltar à questão inicial: nós, público, ficamos sabendo por que Alex se tornou uma mulher coelho-na-panela? Não. E assim. Para mim, ficou mais do que óbvio. Ela já havia sido deixada antes, várias vezes. Desrespeitada, evitada. E simplesmente chegou ao seu limite. Era isso que eu queria que você entendesse."


 

O post foi copilado do Capítulo IV de "Tudo o que você não soube".


 

Em 32min, aprendi como fazer um fichamento para o Mestrado. A idéia surgiu com o número absurdo de frases que me identifico no livro. Tomando sol, fui colorindo meu livro. E uma vontade enorme, de mostrar isso para o mundo, me deu.


 

Se fosse antes da terapia, isso teria feito-me chorar muito.


 

Hoje, tento não me permitir virar mulher coelho-na-panela, novamente. Acredito não mais acreditar em tudo o que macho-alfa fala. E o mais importante, tratá-los baseada no tamanho e periculosidade real: um peixe-beta-no-espelho.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

"I wanna kiss you in Paris"

Ontem mesmo, escutando "Justify my love" pensei que precisava fazer um post sobre essa frase.

Num ano qualquer escrevi no dia 19/03 (Dia de São José) ela e outra que adoro: "Voulez-vous coucher avec moi?"de "Lady Marmelade". Preciso desenhar ou já ficou claro de quem estou falando?

Bom, graças a esta pessoa, sim porque eu só fui ao tal Garagem da Mix para vê-lo e quem sabe levá-lo para um passeio descolado e glamuroso por São Paulo, conheci o c.h.i.c.o e a Carol.

Por que todas essas sitações sobre Paris?

Hoje, conversando com meu amigo "madrilhenho" de repente ele se despede com "Beijo, tchau. Estou indo para Paris".

Como assim?

Surto da pessoa que escreve.

Ganhou a passagem de presente para ir visitar um affair!

Très chic! Aliás, nada consegue ser mais chique, glamuroso e romântico do que isso!

Tive de dividir com alguém minha alegria pelo meu amigo:

" O Chico deu um upgrade incalculável, na vida. Eu fico muito feliz, por ele. Ele é um bom menino.
Um dia, chegará a nossa vez! Passagem de presente para Paris, para namorar. Todo mundo merece!!!!!!!!!!"

Palavras de Drica Vieira!

Que eu assino em baixo e rezo para o dia dos outros e o meu, lógico, chegue muito rápido.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Férias de Julho!

Foi tudo tão bom, que nem vi passar.

Ah não! Vi sim, todos os momentinhos! Todas as risadas, todas as histórias, todos os passeios, todos os almoços, pizzas, sorvetes, jogos, brincadeiras, sessões de cinema, corridas de F1.

Fazia tempo que não tinha férias tão divertidas. Sim férias! Não eram minhas, me apossei.

Hoje, comecei a choradeira de tarde! Tentando não deixar meu hóspede perceber! Mtos jogos de baralho para nos distrair. E o que seria de mim, sem ele aqui semana passada? É, irmãos são para isso.

Sem contar para te levar: para comprar o "filho" da sua cachorrinha (um peixe beta "rosa", batizado de Bono Vox), jantar com seu hair stylist, te levar 3x (no mesmo dia) ao hospital, fazer um bate volta a Trancoso, aguentar dois dias sozinho para você fazer seu trabalho de Mestrado.

Sim! Agora, estou sozinha novamente, café da manhã, almoço e jantar. Eu sei, a escolha foi minha. Porém, ainda tenho o direito de ficar triste. No aeroporto, não queria larga-lo. Mais um abraço, mais um beijo, menos um tchau.

Na última volta do aeroporto do mês, nem a coletanea do Chiclete com Banana (by Drica) conseguiu me animar. Nem um sorvete do Coelhinho conseguiria. Até mesmo porque, um sorvete do Coelhinho sozinha não teria graça.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

"You and your pink sky"

Voltando da dentista, sim ODEIO dentistas, deparei-me com a Lua mais linda! Cheia, refletindo no Mar.

Precisava de ajuda, liguei para minha Marta de hj. Aquela que é minha jornalista predileta, Drica. Alguém, que tem como o melhor papel de Johnny Deep "Anjos da Lei". Assim, como eu.

Conversamos sobre banalidades e assuntos sérios, como a história (ou seria melhor estória) do galo. Acredito que seja melhor fábula.

No dia em que eu retirei todas as camas dos apartamentos, para reorganiza-las, meu chefe deu como bonus um galo e um ganso para serem preparados aos funcionários. Como tinha 3 galos: um branco, um preto (velho) e um vermelho jovem caçador de cobras ele escolheu o preto.

Hoje levei 3 broncas consecutivas (de colegas de trabalho). Repassadas do chefe.

Fui informada de que ele não havia autorizado o assassinato do galo. Que nada mais era para ser morto, sem permissao dele.

É para surtar?

Ah! o título foi retirado do episódio de SATC de hj.

domingo, 13 de julho de 2008

Nova parede

A gente só não inventa a dor
A gente que enfrenta o mal
Quando a gente fica em frente ao mar
A gente se sente melhor

Lamento!

Outro dia sonhei com o Vocalista da minha banda nacional predileta. Desde então, só tenho escutado a tal banda!

O que culmina em rememoramento das minhas histórias com a banda. Lógico, que só as bacanas!

Não posso negar que meu "predileto" era o fofo (tá, nem tão fofo a princípio). Num momento baixa estima e preguiça resolvi "passar o posto" para o Outro Integrante, que literalmente me comia com os olhos. Sim, só com olhos. Este fato já foi um "pobrema", hoje mto bem resolvido.

Depois de vários destratos sofridos por minha pessoa, acabei tendo "medo" do Vocalista. Evitava ao máximo, só para não tomar patadas. E sem contar que: os outros eram mais acessíveis e simpáticos, SEMPRE.

Até que em uma noite quente de Dezembro, meu conceito sobre o Vocalista mudou. Após um show fechado, festa de fim de ano do Banco Real (Via Funchal), as Sylvestres foram "raptadas" pela banda. "Jogadas" dentro de um elevador, com o Outro Integrante e o Vocalista de perna quebrada. No mesmo fomos informadas de que iríamos jantar num japones.

Ok, ter de fingir que era a coisa mais normal do mundo não foi fácil.

A MENINA TONTA aqui sentou de frente para o Outro Integrante, numa esperança de algo dar certo. Na ponta da mesa, o Vocalista. E não é que de repente tinha outra pessoa me comendo com os olhos? Me fiz de doida, não era possível... Eu sempre ali, de repente o fofo resolveu mostrar interesse? Será que eram os remédios da perna quebrada?

Pois é... Ficou fazendo perguntinhas, brincando com a aliança... E eu focada no Outro Integrante.

Voltamos para a Van e ficamos conversando na porta do Hotel. O Outro Integrante se despediu e subiu (como SEMPRE). O Vocalista se convidou para ir jantar na nossa casa. Disse que levava o vinho. Minha irmã sugeriu duas garrafas.

Antes de ir embora, me fez jurar que eu iria no último show do ano (sozinha), dando data e coordenadas: "liga para o Fulano" (aquele, que me chamou de MALA, instruido pelo Outro Integrante).

INFELIZMENTE, o tal show não aconteceu... Sim, lamento MESMO. Até pq ficar imaginando o qto minha vida teria sido diferente não vai levar a nada.

Este dia tem várias outras histórias divertidíssimas, envolvendo celebridades musicais! De vez em qdo eu registro alguma outra passagem.

Domingo passado vendo o Panico, os dois foram entrevistados na entrada do Prêmio Multishow. Um Descolado e o outro Sem Graça. A Dri comentou que ninguém acredita que o Descolado só é assim na frente das câmeras. Eu evito de comentar que meu conceito do Descolado mudou e muito naquela noite...