domingo, 11 de janeiro de 2009

NARS




Ontem fui apresentada a outro sonho de consumo a marca de cosméticos NARS. Nunca soube comprar blush direito, mas sempre adorei. E estou louca pelo blush da foto!

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Mané



Foto: Luiz Zonzine
Casinha, de Quarta para Quinta feira passadas

Fico pensando com minha cabecinha loira: pq as pessoas são tão doidas neste mundo?

Me senti ridicularizada por uma "creatura", que nem conheço, na internet. Achei seu blog, dito "engraçadinho" no blog do autor da foto.

Se vc não quer que a pessoa leia seu blog, faça um diário. E não faça a mal criação de escrever: PÁRA DE SEGUIR.

É, acho que o povo precisa ter mais educação... Ler livros de etiqueta, sei lá. Ou simplesmente, saber qual o seu limite!

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Palco


Monta palco.

Desmonta o palco. Escutei (acompanhei) a montagem. Contei os minutos, ansiedade.

Agora? escuto a desmontagem.

Sobre o assunto já (muito) escrevi!

Hoje? Festinha na mesma sacada que ouvi o show do início do ano.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Simpatia para o Dia de Reis

Dia de Reis! Teoricamente o ano se inicia hj.

Logo cedo iniciei a busca pela simpatia de escrever no batente da porta. O ideal é escrever em dourado, se não tiver amarelo serve. Copiei do site do terra:

O dia 6 de janeiro é o Dia dos Santos Reis. Faça uma simpatia para lhe trazer muito amor, dinheiro, a conservação da paz no seu lar e o alívio de qualquer sofrimento. Escreva com lápis, no batente superior da porta da entrada de sua casa, os nomes dos Reis Magos: Baltazar, Melquior e Gaspar, um ao lado do outro. Mentalize:

"assim como trouxeram tanta luz para nosso Mestre Jesus,
que tragam boas energias para casa,
protegendo todos os meus familiares.
Amém"

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Neutrox



Jogando conversa forra, em vez de ler a cartilha de direção defenciva:

DEPRIMIDO diz:
o bom do pijama eh q combina com pantufas
DEPRIMIDO diz:
pelado nao fica legal
Dani Sylvestre diz:
pior do que com pelado com pantufas, pelado com meias
Dani Sylvestre diz:
principalmente se forem pretas
Dani Sylvestre diz:
show de horror: meias sociais marrom!
Dani Sylvestre diz:
só falta ter bunda caida
DEPRIMIDO diz:
e pau caido
Dani Sylvestre diz:
isso se resolve facilmente!
DEPRIMIDO diz:
eh, com um tubo de neutrox
Dani Sylvestre diz:
nossa, sua cena foi bizarra.

As pessoas sabem ser sem glamour MESMO.

Vício

Conversando com Maria e Val, comendo bolinho de chuva na casinha delas, elas tocaram num assunto que não curto muito falar.

É fácil se comportar com a pessoa longe. Se há possibilidade de um encontro eu SURTO: vide o grau de ansiedade em que eu estava no último dia do ano passado. Cada pessoa similar que eu via minha barriga gelava.

No dia seguinte aquela tristezinha de nem ter dado uma olhadinha. Só a lembrança de escutar, da sacada de casa, várias músicas que fazem parte da trilha sonora da minha vida. Com histórias tristes, alegres, divertidas. Minhas histórias.

Além de já quase ter gastado o novo cd, estou viciada numa webradio. Toca um monte de músicas da banda e outras divertidas. Contam as histórinhas de como cada canção do novo cd nasceu. E pode-se comentar e votar se AMA ou ODEIA a música em execução.

Ah! E tem chamadinhas com os integrantes da banda. Quando é vez da pessoa em questão, minha espinha gela...

Essas são palavras de uma mulher de 33 anos, que trabalha, malha, viaja, tem amigos, dá entrevista para o Fantástico, adora exposições de arte e é MENINA TONTA nas horas vagas.

300% Spain Design

Lendo minha i vi uma exposição sobre cadeiras, luminárias e cartazes espanhóis aqui no sesc Avenida Paulista. Peças de Gaudi, Miró, Dali e Picasso, entre outros!

Iguatemi é cultura SIM!

Vi coisas lindas e de gosto duvidoso. Senti falta de detalhes dos materiais e técnicas de confecção. Talvez, se os projetos estivessem expostos com as cadeiras, o problema se resolveria.

Os textos de apresentação estavam com uma sensibilidade... Luminárias trazem luz a sua vida e cadeiras são pequenas Arquiteturas...

Aprendi uma coisa: nunca mais numa exposição farei comentários pejorativos ou em voz alta. Num momento de introspecção,estava praticamente rezando ajoelhada na frente de uma cadeira do Gaudi. Duas criaturas iniciaram uma discussão sobre se foi o próprio Dali que havia confeccionado outra cadeira. Foi Frei Galvão que me segurou para não surtar com as pessoas que estragaram minha oração.

Foi uma bela aula de Arquitetura!

sábado, 3 de janeiro de 2009

Fantástico!

Maurício Kubrusly passa o Natal de prédio em prédio
O repórter conferiu como é a ceia dos porteiros de SP.

No Natal e no Ano Novo, os funcionários dos prédios estão lá, ralando. Pra animar a vida na guarita, sempre aparece um pratinho, enviado por algum morador atencioso.



Ou será que não?


O repórter Maurício Kubrusly passou a noite de Natal na rua, de prédio em prédio, pra conferir a ceia dos porteiros.


A porteira Amanda Roberta trabalha das 21h30 até às 02h na noite de Natal.

Maurício Kubrusly – Que Natal, hein?

Amanda Roberta – É ótimo, né?!

Maurício Kubrusly – Não tem nem um panetone?

Amanda Roberta – Não.

Em Pirituba, um bairro de classe média em São Paulo, o turno dos porteiros dos prédios começa quase sempre às 22h e vai até às 7h. Depois de 16 natais longe de casa, o porteiro José Rodrigues é capaz de nem ser reconhecido se resolver passar a noite em casa.

“O trabalho é a minha casa e a minha casa é o lugar de visitar”, explica o porteiro.

Para todo lado, está o agito das comidinhas para festas. Nas portarias, o cenário é diferente. O porteiro Wilson Franca mostra o presente que ganhou de um morador para levar para a filhinha que só tem dois meses.

“Ontem eu ainda levei uns 20 panetones para casa”, diz Franca.

O porteiro Anísio de Freitas passa o Natal sozinho mesmo. Sem televisão e sem a distração de olhar o movimento do elevador. E sem panetone.

“A única diversão é o radinho. De madrugada quando estou aqui escuto um forrozinho”, revela Freitas.

Saindo de Pirituba, direto para os Jardins, bairro na parte nobre da cidade, é muito difícil, quase impossível, entrar nos prédios mais luxuosos. No máximo, até a portaria e olhe lá.

“Já chegou uma caixinha dos moradores que eles mandam todos os anos e já tenho também vinho para comemorar com a família. Uma senhora acabou de ligar para portaria para me oferecer o vatapá. Eu acabei de comer, dá até para sentir o cheiro. Ela me perguntou se eu gostava de vatapá. Eu respondi: ‘claro, eu sou baiano’”, brinca o porteiro Neivain Nascimento

A segurança é especial até na garagem.

“É uma época mesmo em que nós - que somos católicos – aprendemos a repartir. Principalmente com quem está trabalhando, fazendo a nossa segurança. Então, tem que cuidar bem. Eu estou indo para uma outra festa no prédio porque a da minha mãe já acabou. Aí, eu vou incentivar o pessoal desta festa a mandar uma sobremesa para os porteiros”, avisa a moradora do prédio Daniela Silvestre.
Mas se não aparecer mais nada...

“A marmita que eu tinha feito, eu esqueci dentro do microondas. Se não chegar mais nada, vou ficar só no café mesmo. Aquele café valente, que vem desacompanhado”, afirma Neivan.

Voltando para Pirituba. O porteiro Marco Antônio janta antes de sair de casa. Mas garante uma segunda rodada do jantar durante o horário de trabalho.

Às vezes, o porteiro apenas vê a passagem do banquete.

Maurício Kubrusly – Você deixou alguma coisa para os porteiros que vão virar a noite trabalhando no Natal?

Moradora - Já demos. O ano inteiro a gente dá coisa para eles.

Maurício Kubrusly – Mas e na noite em que eles vão trabalhar até às 07h da manhã? Sobrou alguma coisa?

Moradora - Deve ter.

Maurício Kubrusly – Então, eu vou chamar os porteiros para pegar alguma coisa para eles.

Um morador diz que tem panetone.

“Eu já enjoei. Já comi panetone no café e no almoço. É duro, mas a gente acostuma”, admite o porteiro Isaias Menezes.

Mais uma família sai para uma festa em outro lugar.

“Certamente a minha mãe vai trazer uma parte da ceia para o porteiro. Com certeza. Pode procurar a minha mãe, Dona Helena, no apartamento 65. Ela vai mandar uma ceia caprichada para ele”, aposta o gerente administrativo Sérgio Gomes.

Maurício Kubrusly liga para cobrar. E lá vem Dona Helena.

“Cadê o meu filho que só inventa sacanagem para o meu lado? Mas não tem problema não. Se o porteiro quisesse almoçar todo dia, eu faço almoço e todo dia ele come”, explica Dona Helena.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Skank

Tomara que seja sempre assim.

Nos primeiros minutos do primeiro dia do ano com minha banda nacional predileta tocando, no "quintal" de casa.

Na minha sacada escutando minha trilha sonora.

Em ótima companhia, contando para meu primo que o baixista é lá de Sao Domingos do Prata.

Eu e Marcela Sorvetão tentamos bancar as grupies. Chegamos até o outro lado da rua. Achamos mais prudente voltarmos para casa.

Com a chegada dos amigos dela a festa foi até o nascer do dia!